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GLOBALIZAÇÃO QUIZ (Click Here)
SEGUIMENTO DA REUNIÃO G-8 DE GLENEAGLES, ESCÓCIA
DE 6-8 DE JULHO DE 2005
AS METAS DAS NAÇÕES UNIDAS DE
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MILÊNIO "A Desigualdade a Nível Global"
O que é a Organização do Comércio Mundial (OCM)? Estabelecida em 1944 para determinar as regras que controlam o comércio internacional, esta entidade foi criada a partir do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio, durante a Conferência de Bretton Woods, nos Estados Unidos. A meta principal da OCM é promover o livre comércio e os investimentos a nível internacional mediante a interdição de taxas de importação, de cortes dos subsídios aos produtores nacionais e outras práticas que constituam impecilho ao fluxo de bens e de dinheiro. (Clicar aqui para ler mais sobre este assunto . . .)
"A Grande Divisão"
A disparidade entre ricos e pobres continua aumentando nos últimos 10 anos. Os analistas de dados estão dizendo que ela é causada pelos injustos regulamentos comerciais que favorecem os países ocidentais desenvolvidos. A Organização Mundial do Comércio, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional (FMI), etc., estão sob o controle dos países ocidentais desenvolvidos. (Clicar aqui para saber mais . . .)
"O Desafio Global"
O Relatório de 2001 do Programa de Desenvolvimento da ONU. recentemente publicado, inclui alguns dados espantosos sobre a população humana no mundo atual:
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Mais de 854 milhões de adultos são analfabetos, dos quais 543 milhões são mulheres
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Mais de 960 milhões de pessoas não tem nenhum acesso a água tratada
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Mais de 325 milhões de crianças não tem acesso à escola, das quais 183 são meninas.
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Mais de 11 milhões de crianças de menos de cinco anos de idade morrem cada dia de doenças evitáveis
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Mais de 2,1 bilhões de pessoas sobrevivem com menos de um dólar americano (R$2,70) por dia.
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Mais de 2.8 bilhões de pessoas sobrevivem com menos de dois dólares por dia (R$5,40)
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A subnutrição afeta a metade da população infantil do Sul da Ásia e um terço da população infantil da África.
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O crescimento econômico e a oportunidade de emprego nos países árabes tem se atrasado nos últimos dez anos em comparação a todos os outros países, com exceção dos países mais pobres na África na fronteira com o Deserto de Sahara. No Egito, o país árabe de maior população, 60% das pessoas sobrevivem abaixo do nível de pobreza.Em todo o mundo há atualmente 40 milhões de pessoas infectadas pelo Virus da AIDS (VIH). Dessas, 25 milhões vivem na África. Em certos países africanos, 20% da população adulta está infectada pelo VIH. Cerca de 95% delas não têm nenhum acesso a tratamentos que possam prolongar suas vidas. Devido à AIDS, milhões de crianças ficaram órfãs.
[Do Boletim de abril de 2002 do Comitê de Amigos sobre a Legislação Nacional de Washington, DC, E.U.A. ( F.C.N.L. Friends Committee on National Legislation)]

No início da década de 1980, muitas nações do Hemisfério Sul --- como por exemplo da América do Sul, da África e de outros países do "terceiro mundo"---, entraram em crise financeira. Embora essa situação tivesse diversas causas, a mais imediata foi o custo acumulado do serviço de empréstimos que se tornou uma dívida impagável, precipitada pelas severas restrições dos países ricos que elevaram drasticamente a taxa de juros internacional. Grande parte da dívida externa original dos países pobres, foi contraída durante a década de 1970, na maioria dos casos, por governos não-democráticos, mediante práticas de empréstimo muito questionáveis, praticadas por bancos do Hemisfério Norte. Apesar dos pobres não terem recebido benefício algum desses empréstimos, foram eles que acabaram arcando com a responsabilidade de pagar por eles. Além disso, são os que mais sofrem os efeitos das mudanças na regulamentação econômica de longo alcance requeridas por esses bancos aos países qualificados para negociar sua dívida ou para receber novo empréstimo, ou investimentos do estrangeiro.
Comumente identificados como "ajustamento estrutural" ou "reforma econômica", esses regulamentos destinados a controlar a inflação e a estimular o crescimento podem incluir: a desvalorização da moeda nacional; o aumento da taxa de juros; a restrição à disponibilidade de crédito; a redução das despesas governamentais (causa freqüente de profundos cortes de subsídio a programas sociais); a redução das tarifas; e a liberação das transações; além da venda de empresas estatais. A agricultura e a indústria deixam de produzir alimentos e bens essenciais para uso doméstico, passando a produzir mercadorias de exportação. Instituições insternacionais dirigidas pelas nações ricas tecem recomendações de ajuste econômico a serem seguidas pelos governos endividados sem debate popular nem outra forma de participação da sociedade civil.
Esses ajustes acarretam graves conseqüências não só aos povos do Hemisfério Sul como também aos seus ambientes naturais. Em todo o mundo reclama-se que as condições de quem vive na pobreza, sofrendo injustiça e discriminação têm piorado devido a essas medidas.
Estas informações foram redigidas pelo Grupo de Trabalho Religioso sobre o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional em seu relatório intitulado "Imperativos Morais para a Abordagem do Ajustamento Estrutural e das Medidas de Reforma Econômica" [Texto existente somente em inglês]no Web Site www.sedos.org
Outros links para maiores informações e sugestões de ação a assumir:
United Nations Development Programme (Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas): www.undp.org Franciscanos Internacionais: www.franciscansinternational.org
(Clicar em Issues (Assuntos) e depois em Financing for Development (Financiamento de Desenvolvimento) Witness for Peace (Testemunhas pela Paz): www.witnessforpeace.org
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QUESTÕES DE ESCALA
Alguns Dados mais Miseráveis do que a Dívida Externa
dos Países Pobres]
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- uma realidade aceitável e compreensível, mediante uma atitude positiva
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- uma visão para o futuro
- um serviço à preservação do meio ambiente
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