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Neste número
Introducão
O Dom e o Desafio de Partilhar o Nosso Carisma na Comunidade da Vida no Senegal
O Lar de Idosos Nossa Senhora dos Bosques, em Cincinnati:
uma extensão da estrutura familiar
Ministérios SFP a Diversos Grupos na Itália: um ensaio fotográfico
A Festa das Congadas e a Devoção Mariana do Povo Afro-Brasileiro
Criatividade: Energia Vital para a Comunidade da Vida

Caminho ao longo dos trilhos do metrô de Nova York, esperando pelo meu trem. Estou fisicamente localizada nas profundezas da terra, cercada por muitas pessoas diferentes: tenho a impressão de que todos os grupos étnicos do nosso planeta estejam reunidos aqui – asiáticos, latino-americanos, negros, brancos. . . E me pergunto. . . Onde fica o centro da Comunidade da Vida?
Procuro conectar-me com as almas desses indivíduos que por aqui são estrangeiros, como eu. Apesar do som dos tambores e das guitarras tocando suas músicas originais, o ar debaixo da terra é pesado e quente, e fico imaginando as histórias de vida das pessoas ao meu redor. Somos um único povo, que viaja pelo subsolo. Somos um único povo levado por diferentes sonhos e motivações. Entre as vibrações desses sons e de ruídos insuportáveis, observo o calor específico das ações humanas, enquanto novos e singulares aromas chegam até mim, emprestando o toque de um mundo fantástico à vida das pessoas ao meu redor, com seus amores, esperanças e sentimentos.
Sinto que o coração da Comunidade da Vida está aqui, nos sentimentos e nas incertezas dessas pessoas, que são viajantes como eu. Vejo alguém rebuscar um receptáculo de lixo à procura de garrafas e latinhas recicláveis para vender. Sinto que o mistério da Comunidade da Vida jaz oculto nessa busca e nessa desestabilização.
Fixo o meu olhar por todo o planeta. . . Vejo as migrações das pessoas, tsunamis devastadores, o tráfico de seres e de órgãos humanos, o comércio de armas, a lavagem de dinheiro, a instabilidade política e financeira, a falta de liberdade e justiça paga com o sangue das pessoas, as novas formas de escravidão forçando crianças. mulheres e homens a viver em condições desumanas, ou a vender seus corpos.
E me pergunto, onde está hoje o Espírito Santo que renova a face da terra? Onde estão as esperanças de cura e transformação? Sinto de maneira poderosa que estão ocultas em muitas das nossas ações criativas, as quais podem ir além das modalidades conhecidas de pensamento e de comportamento. Estão escondidas na simplicidade das nossas ações diárias e na energia do nosso corpo. Estão implícitas no diálogo que nos abre a novos modos de compreender a realidade. Estão escondidas na coragem das escolhas ousadas. Estão subentendidas em tantos sorrisos e em tantas lágrimas contidas e enxugadas. . .
Saindo do metrô, caminho até poder contemplar o pôr-do-sol sobre o East River, entre pinceladas de luz, brotando em vivas cores, entre os odores, as risadas dos turistas e o ruído ensurdecedor do tráfego. Enquanto a água desenha suas próprias ondas e os arranha-céus de Manhattan parecem desafiar o infinito, me pergunto quais são os desafios a que estamos sendo chamados a fim de compartilhar nosso carisma de cura com as pessoas, hoje em dia.
Vivemos em ambientes geográficos cultural e socialmente diferentes, e sinto que onde quer que estejamos, somos desafiados a partilhar nossas percepções e inspirações para compreender diferenças e unir corações, para estabelecer relações e procurar chegar até os outros, e para consertar vidas quebradas.
Podemos criar novos caminhos de cura e abrir uma porta à esperança.
No difícil equilíbrio entre o sagrado e o profano, percebo um chamado a unificar nossos anseios, sonhos e perspectivas, mas também as desilusões, a raiva, a frustração, as perguntas, e a ansiedade que permeiam o coração de mulheres e homens. Como peregrinos, atentos à transformação da existência, dos corpos, da natureza e do cosmo, caminhamos através dos mistérios da Comunidade da Vida onde Deus habita, buscando a Sua presença na maravilha ou na nudez da fé.
A vida que contamos através das nossas experiências está oculta entre os limites e o infinito, entre o tempo e a eternidade, a possibilidade e o absurdo. É carregada de mistério, assim como todas as nossas ações diárias de comunhão!
A vida que contamos é a criatividade: a criatividade que gera a cura e a esperança entre as mulheres que estão explorando novos caminhos, entre os imigrantes cheios de anseios, entre os idosos habitados por memórias e sabores antigos, jovens inseguros em busca de um significado, famílias desafiadas pela instabilidade e crianças que brincam com bolhas de sabão.

Enquanto o sol se põe refletido na água, percebo que a nossa criatividade pode fluir livremente no círculo da vida, assim como a água escorre para os rios e a seiva circula pelas veias das árvores.
Nossa criatividade pode ser uma fonte de energia, uma força vital e animada para a Comunidade da Vida.
Irmã Licia Mazzia, sfp
Conselheira Congregacional
[fotos de Ir. Licia Mazzia]
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| O Dom e o Desafio de Partilhar o Nosso Carisma na Comunidade da Vida no Senegal
Afiliado Etienne Ndong
Na minha colaboração com as Irmãs Franciscanas dos Pobres, aqui na Clínica de Missira, as muitas experiências que tenho feito me estimularam a aprofundar o meu amor ao próximo. Trabalhar com grupos de pessoas e famílias no contexto da comunidade da vida me faz querer partilhar a espiritualidade das Irmãs na missão e no serviço que são a própria essência e expressão do carisma da Congregação SFP.
Assim, tenho tido o privilégio de viver momentos que me trazem mais para perto de Cristo ao cuidar dos pacientes, ajudando-os nas suas necessidades, ficando ao lado deles nos momentos mais difíceis, e ensinando-os a se proteger de moléstias como a malária, as doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS.
Viver como Afiliado mudou-me profundamente – tanto espiritual como socialmente.
Procuro a cada dia curar as feridas de Cristo nas pessoas a quem sirvo no trabalho e na minha vida pessoal. A paciência é um importante instrumento para podermos funcionar bem na clínica, porque muitas vezes temos grande dificuldade em compreender alguns dos atendidos. Muitos senegaleses somente falam na língua do seu próprio grupo étnico e que não entendem a língua nacional usada pela maioria das pessoas no Senegal, o Wolof. Consequentemente, precisamos nos comunicar por mímica ou então aprender algumas frases nas línguas deles.
As pessoas se sentem muito felizes com a presença e o serviço das Irmãs. Na nossa clínica, todos se sentem bem-vindos e bem tratados, mesmo os que não têm dinheiro, o que acontece muitas vezes. Quando ocorrem casos difíceis, usamos o veículo da clínica para transferir os doentes ao hospital de Koungheul. Mas o serviço gratuito que oferecemos não deixa nossos pacientes indiferentes. Quantas veze eles vêm agradecer-nos trazendo generosamente tantos presentes tais como milho e amendoim, e, ocasionalmente, dando o nosso nome aos bebês nascidos em nossas clínicas.
As consultas pré-natal que oferecemos têm propiciado um bom acompanhamento. Ensinamos as mulheres grávidas tudo o que precisam saber sobre as suas consultas e, por exemplo, como devem sempre dormir debaixo de uma tela de proteção contra o mosquito da malária, etc. As conversas que temos com elas podem ser muito animadas! Há poucos dias, o nosso Bispo disse a uma das Irmãs que estava muito agradecido pela nossa Clínica de Missira porque tem ouvido “ecos de felicidade” dos pacientes que a visitam.

Um outro dom da vida dos Afiliados: o Perdão
Também o perdão tem sido para mim uma experiência importante. Antigamente, perdoar era um sinal de fraqueza e de medo para mim. Para dizer a verdade, cada vez que eu recitava a Oração do Senhor, nem sequer prestava atenção à frase: “Perdoai nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. Mas através da oração e da meditação, fui percebendo que estava errado, e me conscientizei de que havia uma grande contradição dentro de mim. Rapidamente, mudei de comportamento e na minha maneira de ver as coisas.
Uma história que não posso esquecer. . .
Tive certa vez uma séria discussão com uma mulher da minha Paróquia. Paramos de nos falar por vários meses. Eu não queria dar o primeiro passo e ir procurá-la para pedir perdão. Mas a voz de Jesus me fez lembrar das palavras do Pai Nosso. Fui procurá-la para pedir que me desculpasse, e descobri que era o único que havia se sentido ofendido. Daquele dia em diante, nos tornamos muito amigos.
Agradeço do fundo do coração às Irmãs Franciscanas dos Pobres. Sem elas, minha vida não seria o que é, hoje. Vamos nos manter unidos para curar as feridas de Cristo na humanidade sofredora, de acordo com o carisma da Bem-Aventurada Francisca Schervier! |
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Uma grande família extensiva. . .
[Tonie Lynn, diretora executiva do Lar Nossa Senhora dos Bosques, tem dado considerável atenção à idéia de “ministrar a um grupo”, pois sabe que é preciso ministrar pessoalmente a cada membro! O Lar Nossa Senhora dos Bosques (Our Lady of the Woods) é uma moradia comunitária para idosos independentes com baixa renda em Cincinnati, Ohio, um ministério subsidiado pela Fundação SFP na Área dos Estados Unidos. Para maiores informações em inglês, queira acessar o site: http://www.ourladyofthewoods.net/Home_Page.html Esta é a maneira de pensar de Tonie. . .]

Uma residente assiste televisão em seu quarto

A Capela para a missa dos domingos e nos dias santos

Refeições em estilo familiar, ao redor de uma mesa

Um verdadeiro lar

Tonie Lynn, a Diretora Executiva do Lar Nossa Senhora dos Bosques
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A coisa mais importante que se deve lembrar ao servir inteiros grupos de pessoas é o fato que não se pode ministrar a um grupo! Podemos nos referir aos residentes do nosso Lar como sendo um grupo, mas esse conceito é coletivo e portanto, uma abstração! Todo grupo é formado por indivíduos que partilham certas características (como por exemplo, no nosso caso, ter mais de 55 anos), mas são pessoas que possuem necessidades individuais específicas. Consideremos, por exemplo, o caso de uma das nossas mais recentes residentes . . .
A história sagrada de uma residente
A casa dessa senhora fica a apenas seis quarteirões de distância, mas ela está morando aqui, no Lar Nossa Senhora dos Bosques! Depois de cuidar de seus pais até que eles morreram, ela viveu sozinha, numa casa grande, por 12 anos. Como não tem outros familiares, ao sofrer um acidente em casa, o médico encaminhou-a ao nosso Lar para passar um período de recuperação de quatro semanas. Mas depois disso, ela quís ficar, pelo menos por mais algum tempo. Ela gosta de estar com outras pessoas, precisa de companhia e adora as nossas refeições! Em casa, muitas vezes não tinha nada mais para comer além de um sanduíche de frango do McDonalds o dia inteiro! Neste Natal, sentia-se tão feliz conosco que todos ficamos comovidos até às lágrimas e rimos muito com ela, apenas observando o seu contentamento. Logo depois de ter se recuperado do acidente, sua maior necessidade era a “socialização’, uma palavra tão fria para uma necessidade tão fundamental como o calor humano!
Você aprende a amar e a cuidar de cada morador à medida que você começa a conhecê-los como indivíduos, e quando você ama e se preocupa com alguém, nem sente aquela relação como um trabalho. Certas vezes, à noitinha, venho ao Lar Nossa Senhora dos Bosques apenas para ficar sentada, conversando com os residentes. E não sou a única! Jenny, a nossa nova cozinheira, por exemplo, faz pouco tempo que está conosco, mas já nos disse: “'É como se estivesse cozinhando para minha própria família!” As pessoas que trabalham aqui fazer mais do que se espera delas, porque cada uma deseja “fazer o bem” para os seus “parentes” idosos.
Ministrar para indivíduos que são membros deste grupo em particular (os residentes idosos do Lar Nossa Senhora dos Bosques) faz parte do meu DNA. Conheci este local quando ainda era menina, quando minha mãe, Pauline McCane, trabalhava aqui com Irmã Antonita Mettert desde a inauguração. Irmã Antonita tinha a intenção de criar um local seguro para pessoas idosas sem muitos meios mas que não são cobertas pelos programas sociais do governo. Nossos residentes teriam meios de cuidar de si mesmos, pois têm algum dinheirinho, mas ou não podem se dar ao luxo de viver sozinhos, ou se sentem física e emotivamente inseguros para fazer isso.
Os funcionários do Lar Nossa Senhora dos Bosques fazem todo o possível para ajudar os residentes a se sentirem tratados como indivíduos. Procuramos tornar o ambiente sempre acolhedor e confortável. É permitido aos moradores trazer seus próprios móveis para colocar em seus quartos. E nossa sala de jantar em estilo familiar, oferece um lugar para comer e rever amigos, ou conhecer outros novos. Temos também uma biblioteca, uma sala de música, e, talvez o mais importante, uma capela onde os moradores podem participar da missa aos domingos, se asim o desejarem. No entanto, pessoas de todas as religiões e etnias são bem vindas. Temos também uma Sala de Atividades onde os moradores podem participar de uma variedade de projetos, e a nossa Diretora de Atividades costuma organizar excursões e passeios para os moradores, de vez em quando.
Meus dia começa cedo, especialmente quando devo passar pelo centro de distribuição de alimentos grátis, uma vez por semana. Neste último ano, devido à crise econômica, há muito menos alimentos sendo doados, e muito mais gente precisando de ajuda. Por isso preciso chegar bem cedo para tentar conseguir o que houver de melhor para a nossa “família". Como vocês podem ver, ministrar a um grupo é como adotar uma grande família extensiva!
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Ministérios SFP a Diversos Grupos na Itália:
um ensaio fotográfico
Encontros de Noivos e de Casais, inclusive com seus filhos, que moram nos arredores das nossas comunidades nos lugares onde ministramos, aos quais oferecemos uma caminhada de formação e de partilha na fé:

Encontro Nacional das Famílias |

Grupo de Casais de Pádua |

Grupo de Casais de Caserta |

Grupo de Pares de Noivos |

O Acampamento de Verão das Famílias |
Reuniões e Partilhas com Adultos Jovens nos proporcionam muitas oportunidades de convívio e diálogo tanto a nível local quanto nacional, nos fins de semana e dias de confraternização:

Grupo de adultos jovens de várias regiões presentes na Beatificação de João Paulo II |

Grupo de Adolescentes em Casetta Nova |

Acampamento de verão com os jovens da Região da Ligúria |

Grupo de Adultos Jovens, em Assis |
Cuidado e Atenção às Pessoas Carentes expressos nas várias modalidades de serviço que oferecemos:

Em Assis, entre os atendidos pelo nosso Projeto Raios de Sol |

Partilha de uma refeição com nossos convidados |

Outros momentos de fraternização com nossos convidados |
[fotos de Ir. Giannica Selmo]
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Group Prayer, Ritual and A Festa das Congadas e a Devoção Mariana do Povo Afro-Brasileiro:
Novenas, Procissões Danças e Rituais em Pires do Rio
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Todos os anos celebramos em Pires do Rio, Goiás, o maior acontecimento da nossa cultura religiosa popular: a Festa das Congadas uma expressão de fé e devoção a Nossa Senhora do Rosário como a padroeira do povo negro. Esse evento, que celebra todo o ciclo do Rosário, se dá em outubro, quando o calendário litúrgico da Igreja Católica celebra o mês do Rosário. Mas ele tem suas raízes na cruel realidade da experiência dos povos africanos escravizados no Brasil colonial. Originalmente, a tradição de Nossa Senhora do Rosário havia chegado à África através dos Missionários Dominicanos, no século XVIII, inclusive no Congo, o que explica o uso do termo “congadas”.
O que são as Congadas? Oração, Memória e Ritual
Historicamente, as Irmandades de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos eram confrarias instituídas pela comunidade negra durante a escravidão por todo o Brasil como um modo de unificá-la. Depois que desembarcavam dos navios negreiros, forçados a uma privacidade muito limitada,, era na penumbra das senzalas que os africanos aclamavam secretamente os líderes da sua comunidade. Esse hábito, mais tarde ritualizado nos moldes das procissões católicas, instituiu a corte negra das Congadas – com o Rei do Congo, sua rainha, príncipes e princesas – e uma hierarquia que inclui um general e um capitão os quais conduzem um grande batalhão que canta, dança e representa suas lutas ao som de tambores, caixas e chocalhos pelas ruas das cidades.
Proibidos de venerar suas divindades tradicionais, os africanos carregavam estandartes e fincavam mastros com imagens de santos católicos negros como São Benedito e Santa Efigênia durante a Festa das Congadas. E foi assim que começaram a se sentir consolados e inspirados pelos santos negros e por Nossa Senhora mediante a oração do Rosário. Vestidos com faixas de tecidos coloridos sobre o peito, e ostentando rosários feito de sementes africanas, eles cantavam, em lágrimas, sua resistência e sua luta em busca da liberdade.
As Congadas de Hoje
Assim o sincretismo religioso havia nascido e os negros foram criando muitas Irmandades e erigindo suas próprias Igrejas de Nossa Senhora do Rosário, através do Brasil.
Em Pires do Rio a Festa das Congadas teve seus primeiros ensaios no ano de 1958, mas foi em 1962 que se realizou a primeira Festa de Nossa Senhora do Rosário numa simples barraca coberta de folhas de bacuri. Como essa celebração não parou mais de crescer, uma capela foi construída em 1964, mas pouco depois, a atual Igreja de Nossa Senhora do Rosário precisou ser erigida, em 1970. Hoje a Festa acontece com apoio da Prefeitura Municipal, e é a Igreja Católica que, através da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, é responsável pela Irmandade de cuja diretoria nós fazemos parte. Nosso trabalho nessa Festa consiste em coordenar as novenas, providenciar transporte, estadia e alimentação para os diversos grupos ou “Ternos de Congos” que nos visitam, vindos de outras cidades distantes como Catalão e Goiânia, no Estado de Goiás e de Araguari, do Estado de Minas Gerais.
Aluísio Aguiar Pereira e e Maria do Carmo de Souza Pereira
Membros Afiliados SFP
Clicar aqui para assistir as Congadas do Brasil:
http://www.youtube.com/watch?v=CXEonQIcgm0&feature=related |
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